No sertão, as palavras são poucas.
Há o gemido,
Há o suspiro,
Há o canto do corrupião...
Há o tiro.
As palavras são poucas.
No sertão, as palavras são poucas.
Há o barulho da lágrima,
Há a cantiga do vento,
Há o abraço sem olhar nos olhos,
Há o adeus silencioso...
As palavras são poucas, muito poucas.
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